Podemos encontrar o volume de todos os sólidos geométricos. O volume corresponde à “capacidade” desse sólido. Tente imaginar alguns sólidos geométricos, é possível preenchê-lo com algum material, como a água? Se existe essa possibilidade, podemos realizar o cálculo do volume para cada objeto pensado. Se por acaso é impossível preencher a figura que você imaginou, é porque, provavelmente, ela é uma figura plana bidimensional, como um quadrado, um triângulo ou um círculo. Vejamos então algumas fórmulas para o cálculo de volume de sólidos:
Um prisma é um poliedro que possui uma base inferior e uma base superior. Essas bases são paralelas e congruentes, isto é, possuem as mesmas formas e dimensões, e não se interceptam. Para determinarmos o volume de um prisma qualquer, nós calculamos a área de sua base para, em seguida, multiplicá-la pela sua altura. Sendo assim: V = (área da base) . altura Na imagem acima, a área do prisma de base retangular pode ser calculada por: V = a . b . c Já a área do prisma de base triangular é dada por: V = a . b . c /2
Assim como ocorre com os prismas, para calcular o volume do cilindro, multiplicamos a área da base pela altura. Podemos definir novamente:
Para o cilindro da figura acima, podemos calcular seu volume como: V = π . r2 . a
O cone tem uma diferenciação das outras formas vistas até aqui. Ao calcularmos o volume do cone, nós multiplicamos a área da base por um terço da sua altura. Podemos definir: V = (área da base) . 1/3 altura Para o cilindro da figura acima, podemos calcular seu volume como: V = π . r2 . a/3
Volume de uma pirâmide
A pirâmide assemelha-se ao cone em relação ao cálculo do volume. Para calcular o volume da pirâmide, multiplicamos a área da base por um terço da sua altura. Definimos novamente: V = (área da base) . 1/3 altura Para a pirâmide da figura acima, podemos calcular seu volume como: V = b. c . a/ 2 3 V = b . c . a/ 6